Sou professora da rede estadual trabalho em Cruz Alta , RS, amo está cidade que adotei. Minha escola é especial , somos uma equipe unida e alegre . Identifico-me muito com o trabalho realizado na escola. Sou aluna de curso de formação continuada de tecnologias de informação, no qual está sendo de grande vália no conhecimento de tecnologias acessiveis aos PNs. Estou gostando muito.
domingo, 7 de março de 2010
Quem sou eu
Sou professora da rede estadual trabalho em Cruz Alta , RS, amo está cidade que adotei. Minha escola é especial , somos uma equipe unida e alegre . Identifico-me muito com o trabalho realizado na escola. Sou aluna de curso de formação continuada de tecnologias de informação, no qual está sendo de grande vália no conhecimento de tecnologias acessiveis aos PNs. Estou gostando muito.
sábado, 6 de março de 2010
Ínicio do Ano Letivo
O reinício do ano letivo no Ciep:
Os alunos no Ciep ,especial foram recepcionados com muita expectativa pelos professores, funcionários e equipe no diretiva; houve encenação de um teatro, pelos professores enfocando o primeiro dia de aula de um aluno no Ciep. Na encenação foi divulgado as normas administrativas, e as normas de convivências da escola; bem como o asseio corporal antes de sair de casa com a interação dos familiares no auxilio da tarefas que necessitassem deste. Houve a partilha de um lanche especial para o dia.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Atividade desennvolvida no curso

A carta enigmática sem dúvida foi uma atividade gostosa e muito proveitosa de realizar, já fiz várias!!! http://www.autistas.org/pecs.htm.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social (COMITÊ DE AJUDAS TÉCNICAS, CORDE/SEDH/PR, 2007).
São considerados recursos de Tecnologia Assistiva, portanto, desde artefatos simples, como uma colher adaptada, uma bengala ou um lápis com uma empunhadura mais grossa para facilitar a preensão, até sofisticados sistemas computadorizados, utilizados com a finalidade de proporcionar uma maior independência e autonomia à pessoa com deficiência (GALVÃO FILHO e DAMASCENO, 2006).Tecnologias Assistivas
I- Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e a Tecnologia Assistiva
Conforme destacou Vygostsky, é sumamente relevante para o desenvolvimento humano o processo de apropriação, por parte do indivíduo, das experiências presentes em sua cultura. O autor enfatiza a importância da ação, da linguagem e dos processos interativos na construção das estruturas mentais superiores (VYGOTSKY, 1987). O acesso aos recursos oferecidos pela sociedade, escola, tecnologias, etc., influenciam determinantemente nos processos de aprendizagem da pessoa.
Entretanto, as limitações do indivíduo com deficiência tendem a se tornarem uma barreira para esse aprendizado. Desenvolver recursos de acessibilidade, a chamada Tecnologia Assistiva, seria uma maneira concreta de neutralizar as barreiras causadas pela deficiência e inserir esse indivíduo nos ambientes ricos para a aprendizagem, proporcionados pela cultura.
É sabido que as novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) vêm se tornando, de forma crescente, importantes instrumentos de nossa cultura, e o acesso a elas, um meio concreto de inclusão e interação no mundo (LEVY, 1999).
terça-feira, 2 de março de 2010
essencial na relação com a escola e o atendimento especializado
Família, criança e escola: um trio afinado
Sonia Casarin (novaescola@atleitor.com.br)

do S.O.S. Down - Serviço de Orientação
sobre Síndrome de Down, em
São Paulo, SP. Foto: Marcelo Min
A escola surge na vida da criança como um dos principais ambientes extrafamiliares. Lá ela inicia a socialização, compartilha conhecimentos e amplia seu universo. Essa ampliação deve funcionar como continuidade do processo iniciado em casa, onde há muito tempo ela constrói sua história. O ser humano é um todo, não se fragmenta nos espaços aos quais pertence. Em cada um deles, é um ser por inteiro. Se na família se inicia a trajetória pessoal, na escola muitos capítulos serão escritos.
Além dessas duas instâncias, outra faz parte da vida da criança com necessidades especiais: os diversos profissionais e os serviços com os quais tem contato, como o atendimento educacional especializado. Ela é o ponto de convergência de todos esses atendimentos, que devem ser integrados.
A necessidade de consistência e de articulação entre os diversos contextos coloca os pais e outros responsáveis na estratégica posição de articuladores e mediadores. São eles que podem fazer fluir a comunicação para integrar os envolvidos no trabalho que visa ao bem-estar e ao desenvolvimento dos pequenos. Essa mediação possibilita também que a família se beneficie das ofertas de aprendizagem, adaptações e flexibilizações, valendo-se delas para dar continuidade a essas práticas no cotidiano dos filhos em casa.
A Educação como meio de aperfeiçoar as aptidões físicas, intelectuais e morais acontece tanto no convívio familiar como em sala de aula. A construção de mundo e a compreensão do universo escolar e do sentido da aprendizagem serão facilitadas se houver consistência entre o que o estudante vivencia no ambiente de ensino e nos demais a que pertence.
Como depositária da história do filho, a família revela características, hábitos, modalidades de relacionamento e estilos de comunicação que podem funcionar como um ponto de partida para a construção da ligação afetiva entre a criança e o professor.
Estudar na rede de ensino regular possibilita ao aluno com necessidades educacionais especiais acesso aos elementos necessários para construir uma representação de mundo que lhe permita transformar-se num adulto autônomo e participativo. Tanto na família
como na escola, ele pode experimentar o pertencimento e a diferenciação. Pertencimento, por conviver com um grupo e se perceber semelhante. Diferenciação, por ser único, não por sua deficiência, mas por sua singularidade.
As crianças com deficiência não se reduzem a um diagnóstico. As que têm síndrome de Down não são iguais nem parecidas. Também aquelas com autismo são diferentes entre si - e isso vale para qualquer outro transtorno ou síndrome. Os pais sabem disso. As informações científicas são pertinentes para ampliar a compreensão da criança, não para rotulá-la.
A busca do professor por informações sobre transtornos e síndromes é, sem dúvida, importante. Mas, para compreender o estudante em si mesmo, é preciso recorrer à família. Só ela pode revelar com clareza a criança em sua subjetividade e particularidade. Por isso, a relação com ela deve ser valorizada.